quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Candidato, se não planejou ainda, comece já!

As convenções partidárias, que oficializarão as candidaturas a prefeitos e vereadores nas eleições deste ano, ocorrerão somente a partir de junho, mas aqueles que pretendem se candidatar certamente já têm tudo planejado.
Bem, assim deveria ser, mas o que tenho visto é bem diferente. Para começar, muitos candidatos, principalmente os que não têm mandato ainda, sequer sabem de quanto recurso financeiro disporão. E o atraso nas providências de campanha não param por aí. Há aqueles que não montaram ainda suas equipes ou mesmo organizaram seus cadastros.
Bem, para estes todos posso dizer o seguinte: comecem já!
- Mas ainda não arrecadei, não posso gastar agora - me dirão.
Mas para fazer o planejamento e formar a equipe inicial não é preciso dinheiro. É preciso ter algumas cabeças comprometidas com o projeto e o grupo disposto a iniciar as conversas necessárias, as articulações e os apoios que poderão empreender as ações fundamentais para o sucesso da campanha.
Planejar e costurar, isto é urgente. E se possível já com o núcleo da sua assessoria formado e atuante.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Sindicatos, associações, clubes, ONGs... não vendem nada?

Claro que sim! Estas instituições prestam serviços a seus associados, ao seu público de referência e até, em muitos casos, à sociedade em geral. Se são entidades prestadoras de serviços, precisam "vender" esses serviços, ou, vendo pelo outro lado, alguém tem que "comprar o peixe" que essas instituições vendem.
No caso de sindicatos e associações, o ato de se propor a representar um grupo de pessoas (trabalhadores de uma categoria profissional ou de uma empresa, por exemplo) significa que essa entidade pretende prestar um serviço a essas pessoas, conquistar melhorias salariais e de condições de trabalho, além de outros benefícios assistenciais diversos (serviços jurídicos, convênios, etc). Quando o serviço é bem prestado e a entidade "vende" bem seu trabalho, o retorno vem na forma de mais sócios e na satisfação dos associados. O retorno é financeiro e político.
O mesmo se aplica aos clubes, que precisam de associados com pagamento em dia, e fornecem serviços de lazer, integração social, culturais, eventos sociais, etc. No caso das ONGs, se não "vendem" bem para a sociedade o que fazem, perdem chances de patrocínios e inserção social, o que afetará o alcance de sua atuação ou mesmo sua própria existência.
Em todos estes casos, a comunicação é fundamental, pois ela é que vai "vender o peixe" da organização. Para seu grupo de representados, associados e mesmo para a sociedade em geral. Aliás, para as entidades que têm sócios, a comunicação - a informação - é ela própria um serviço essencial a ser prestado para o atingimento dos objetivos da instituição. O jornal e o site do sindicato, a revista e o site do clube, quando bem feitos são instrumentos de comunicação que informam e ao mesmo tempo mostram e "vendem" ao seu público o que a instituição (e a diretoria) tem feito.
É como diz o ditado popular: Não basta a galinha pôr o ovo. É preciso cacarejar - e anunciar aos quatro ventos.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

O que sua empresa vende?

Nove entre dez pequenos e médios empresários brasileiros não sabem o que realmente vendem.
- Mas, como? Estás maluco? Eu sei muito bem o que minha indústria fabrica! - disseram-me vários pequenos empresários num curso de "Qualidade Total" do Sebrae.
Pois é exatamente isso: sabem muito bem o que fabricam, mas não atentam para o que realmente irão vender aos clientes. Um deles fabricava vacinas na ocasião. Mas ninguém acorda num belo dia e, depois de espreguiçar, pensa: "puxa, tô querendo uma vacinazinha hoje..." Este amigo fabricava vacinas, mas vendia saúde, alívio, segurança contra doenças, ou seja, os motivos reais pelos quais alguém procura por vacinas. Outro empresário daquele curso fabricava antenas parabólicas. O que ele vendia? Essencialmente lazer, diversão, cultura.
E qual a importância disso tudo? Bem, saber o que se está vendendo vai influenciar todo o posicionamento do produto, seu marketing, sua propaganda, às vezes seus pontos de venda e muitas vezes até seu nome. O apelo certo ajudará a potencializar as vendas de seu produto, pois vai ao encontro do que o consumidor deseja.
Pense nisso e boas vendas!

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Por que um "Consultório de Comunicação e Marketing"?

Dirigentes, administradores, líderes, pessoas que têm a responsabilidade de dirigir seu negócio, sua instituição ou mesmo sua carreira política, estão sempre às voltas com a comunicação: como transmitir sua mensagem ao público? Qual posicionamento será adotado? Que imagem deve-se passar? Ou seja, em suma, como posso fazer da comunicação uma atividade que impulsione meu trabalho?
A decisão final sobre estes temas é sempre do dirigente, mas ouvir a opinião de profissionais da área é sempre bom, pois os profissionais ajudam a fazer o diagnóstico da situação, apresentam soluções, colocam novas ferramentas à disposição do cliente e, sobretudo, buscam e ajudam o cliente a obter a melhor relação custo-benefício, realizando as ações mais adequadas dentro das possibilidades do dirigente.
O Consultório de Comunicação & Marketing vem facilitar este contato do dirigente com o profissional que irá ouvir as questões de comunicação e marketing colocadas por ele e dar-lhe um parecer. É uma consulta, após a qual o dirigente recebe um relatório com um diagnóstico e sugestões de ações de comunicação.
Por que "comunicação e marketing" e não só comunicação ou propaganda? Porque fazer comunicação - falar ao público - sem uma visão de marketing, é um erro. Se você tem projetos, se tem planos de crescimento, o seu website, a sua inserção nas redes sociais, o seu jornal corporativo, sua assessoria de imprensa, seus folderes, sua mala-direta, sua logomarca e até seus cartões de Natal... precisam estar integrados dentro de uma mesma visão de marketing, a fim de que o ajudem a atingir seus objetivos.
Contactar o Consultório de Comunicação & Marketing é o primeiro passo. Ouvir é bom.